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Decisão sobre eventual acordo com FMI será técnica

O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, disse hoje que a decisão sobre uma eventual renovação do acordo do Brasil com o Fundo Monetário Internacional (FMI) será "técnica". Segundo ele, não há motivação política para fazer ou não fazer um novo acordo. De acordo com o ministro, um acordo com o FMI é de suporte fiscal e, por isso, a decisão tem que ser técnica. Palocci afirmou que não há decisão do governo sobre a renovação, mas reafirmou que na hipótese de o governo fechar um novo acordo com o Fundo, as condições serão outras. "O acordo é outro", disse ele ao chegar ao Ministério da Fazenda. Ele afirmou que a diferença agora é que o País vive um outro momento, ao contrário do ano passado, quando o País vivia uma situação de crise. O momento atual, afirmou, é diferente. "A diferença é que vivemos um outro momento. Hoje, quando se olha para a frente vê-se a possibilidade real e objetiva de crescimento?, afirmou. O ministro disse que se houver um novo acordo, o valor do empréstimo será menor que dos US$ 30 bilhões do programa atual. Palocci confirmou que o Brasil vai sacar a próxima parcela do empréstimo em vigor, o que fortalecerá as reservas. Ele ressaltou que esses recursos são mais baratos do que se o País fizesse uma captação no mercado externo. Ele disse também que, com a revisão aprovada hoje, não há mudanças nos termos do acordo vigente e acrescentou que os números estão conforme o previsto.

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