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Déficit comercial britânico aumenta com importações de carros

Um aumento nas importações de automóveis na Inglaterra em setembro puxou o déficit comercial do país para o nível mais alto desde janeiro, surpreendendo analistas que esperavam que a fraqueza da libra impulsionasse as exportações e diminuísse o déficit.

REUTERS

10 de novembro de 2009 | 10h53

O Departamento Nacional de Estatísticas da Inglaterra disse nesta terça-feira que o saldo negativo do país aumentou para 7,194 bilhões de libras em setembro ante 6,073 bilhões em agosto, confundindo as expectativas para uma leve diminuição no déficit.

Enquanto o volume de exportações cresceu 3,9 por cento no mês, as importações cresceram quase duas vezes mais, 7,5 por cento.

"É muito triste que a balança comercial tenha se deteriorado", disse Alan Clarke, economista da BNP Paribas. "Essa era uma área que nós estávamos esperando que ajudaria a economia a sair da recessão."

As importações de automóveis cresceram 30 por cento em setembro, o maior aumento em 13 anos, de acordo com o departamento de estatísticas, que também divulgou que a demanda foi encorajada pelo programa do governo de renovação de frota.

Além disso, o déficit de petróleo cresceu para 500 milhões de libras, o maior desde julho de 2008.

O déficit comercial em relação a países fora da União Europeia cresceu inesperadamente para 3,783 bilhões de libras em agosto. Analistas tinham previsto um saldo negativo de 3 bilhões.

O déficit comercial total, que inclui bens e serviços, aumentou para 3,469 bilhões de libras -- o maior desde agosto de 2008.

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