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Déficit comercial dos EUA sobe pela 1ª vez desde julho

Saldo negativo vai a US$ 57,19 bilhões, puxado por aumento recorde no volume de petróleo importado

Cynthia Decloedt, da Agência Estado,

11 de dezembro de 2008 | 12h00

O déficit comercial aumentou em outubro nos Estados Unidos, pela primeira vez em três meses, refletindo aumento recorde na quantidade de petróleo importado, o que minimizou a queda nos preços da commodity e a desaceleração nas compras de automóveis.   Veja também: Desemprego, a terceira fase da crise financeira global De olho nos sintomas da crise econômica  Dicionário da crise  Lições de 29 Como o mundo reage à crise    O saldo negativo subiu 1,1% para US$ 57,19 bilhões em outubro, de US$ 56,56 bilhões em setembro - dado revisado -, segundo o Departamento do Comércio. O déficit de setembro havia sido calculado anteriormente a US$ 56,47 bilhões. A última vez que o déficit subiu foi em julho. As exportações caíram 2,2% em outubro, para US$ 151,73 bilhões; e as importações cederam 1,3%, para US$ 208,92 bilhões.   O índice de preços das importações dos EUA recuou 6,7% em novembro em comparação a outubro, na queda mais acentuada desde a primeira publicação do índice, em dezembro de 1988. Em outubro, o declínio no mês foi de 5,4% Os dados são do Departamento do Trabalho norte-americano.   Em comparação ao mesmo período do ano passado, o preço das importações caiu 4,4%, trazendo a taxa anual para o território negativo pela primeira vez em dois anos. Os preços das importações de petróleo caíram 25,8% em novembro ante outubro e tiveram queda de 29% na comparação com novembro de 2007. Excluindo petróleo, os preços recuaram 1,8% na comparação mensal e subiram 2,4% na anual.

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