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Déficit da Previdência cai 37% em julho e soma R$ 2,17 bi

No ano, saldo negativo é de R$ 20,8 bi, valor 20,1% menor do que o registrado de janeiro a julho de 2007

FABIO GRANER, Agencia Estado

26 de agosto de 2008 | 11h02

A Previdência Social registrou em julho um saldo negativo (déficit) de R$ 2,177 bilhões, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira, 26, pelo Ministério da Previdência. O volume é 37% menor, em termos reais, com correção pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que o verificado em julho do ano passado e 24,4% inferior ao resultado de junho deste ano.  Veja também: Pimentel defende mudança na contabilidade da Previdência  Previdência Urbana inverte sinal e registra superávit em julhoA arrecadação líquida no mês passado foi de R$ 13,23 bilhões, o que representa um valor 9,9% maior que o registrado em julho de 2007 e 1,6% superior ao computado no mês anterior. Já as despesas com os benefícios aos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) totalizaram R$ 15,407 bilhões, equivalente a uma queda de 0,6% do que apresentado em igual mês de 2007 e 3,1% inferior ao de junho. No ano, a Previdência registra déficit de R$ 20,827 bilhões, também corrigidos pelo INPC. O valor é 20,1% menor do que o registrado de janeiro a julho de 2007. No período, a arrecadação líquida foi de R$ 88,589 bilhões, com alta real de 10,2%, e as despesas, por sua vez, somaram R$ 109,416 bilhões, com aumento de 2,8%, na mesma base de comparação.  'Déficit não passará de R$ 38 bi' O ministro da Previdência, José Pimentel, disse que o déficit da Previdência neste ano não passará de R$ 38 bilhões. Segundo ele, o número pode ser ainda menor. "O Ministério está com viés de baixa em sua projeção para o resultado", disse, lembrando que no orçamento aprovado, a previsão era de R$ 46 bilhões de déficit. O secretário de Previdência Social, Helmut Schwarver, lembrou que no mês passado a previsão de déficit já tinha sido revista para baixo, para R$ 38,5 bilhões, refletindo o bom desempenho da arrecadação que, segundo ele, é resultado da geração de empregos formais e também do controle das despesas por meio de medidas administrativas e gerenciais adotadas pelo Ministério. Segundo Schwarver, no mês que vem já poderá ser anunciada uma nova projeção de déficit para o ano.

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