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Déficit dos EUA chega a US$1,4 trilhão no ano fiscal de 2009

Resultado se deve às altas despesas do Governo nos programas de resgate e estímulo para enfrentar a crise

Efe,

08 de outubro de 2009 | 10h44

O déficit dos EUA no ano fiscal 2009 que terminou dia 30 de setembro chegou a US$1,4 trilhão, equivalente a 9,9% do PIB, o número mais alto desde 1945, segundo cálculos preliminares divulgados nesta quinta-feira, 8, pelo Escritório Orçamentário do Congresso em seu site. Os números definitivos sobre o déficit serão divulgados no final deste mês pelo Departamento do Tesouro.

 

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O número de US$1,4 trilhão se deve principalmente às despesas em que incorreu o Governo nos programas de resgate e estímulo para enfrentar a crise econômica. No entanto, o montante é inferior ao cálculo de US$1,58 trilhão que se tinha divulgado em agosto.

 

A divergência tem sua origem em diferenças nos cálculos vinculados ao resgate das empresas hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac, disse o Escritório Orçamentário do Congresso. Durante o ano fiscal 2009, os ingressos do Governo ascenderam a US$2,1 trilhões o que representou uma diminuição de 16,6% em relação ao ano anterior, como consequência de uma queda na coleta de tributos individuais e empresariais.

 

Por outra parte, as despesas chegaram a US$3,5 trilhões, o que significou um aumento de 17,8%, disse o Escritório Orçamentário do Congresso. Acrescentou que, como resultado da redução das taxas de juros, os pagamentos de dívida reduziram 23% e chegaram a US$199 bilhões.

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