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Demanda ajuda a puxar confiança da indústria em maio

A percepção dos empresários sobre o nível de demanda atual foi determinante para fazer o Índice de Confiança da Indústria (ICI) avançar 0,8% em maio. O quesito teve a maior influência na recuperação do Índice da Situação Atual (ISA), um dos subíndices que compõem o indicador. De abril para maio, o ISA reverteu um cenário de quedas mensais consecutivas desde janeiro e subiu para 105,7 pontos (2,1% a mais do que no mês anterior).

BEATRIZ BULLA, Agencia Estado

28 de maio de 2013 | 09h01

De abril para maio, o indicador do nível de demanda cresceu 2,8%, puxando o resultado do ISA e do próprio ICI. A alta fez com que o quesito chegasse a 103,1 pontos, o maior patamar desde janeiro (105,8). De acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV), responsável pela sondagem da indústria, a parcela de empresas que avaliaram o nível de demanda como forte variou pouco (de 13,5% para 13,3%). A proporção dos empresários que consideram a demanda fraca, por sua vez, diminuiu de 13,2% para 10,2%.

Já o subíndice relativo às expectativas segurou uma alta maior no ICI. O Índice de Expectativas (IE) recuou 0,7% de abril para maio. A queda foi influenciada pelo indicador de produção prevista, que caiu 1,9% na comparação com o mês passado, para 126,9 pontos. O resultado é o menor desde agosto do ano passado (125,8) e está abaixo da média histórica recente (127,1).

A parcela de empresas que esperam aumentar a produção nos três meses seguintes passou de 39,4% para 38,3%. Já a daqueles que preveem menor produção aumentou de 10,1% para 11,4%.

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