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Demanda chinesa sustenta preços da soja em Chicago

Cenário: Filipe Domingues

O Estado de S.Paulo

31 de agosto de 2012 | 03h05

A forte demanda da China puxou os preços internacionais da soja para nível recorde ontem na Bolsa de Chicago. As cotações já tinham subido por causa da estiagem na maior parte dos Estados Unidos, principal exportador da oleaginosa, e o consumo global firme deu um suporte adicional aos preços. A China continua sendo o maior importador de soja e dados divulgados ontem pelo governo americano confirmaram o volume expressivo das compras. Entretanto, as cotações cederam um pouco antes do fechamento. Ainda assim, os contratos do grão para entrega em novembro subiram 0,60% e terminaram o dia cotados a US$ 17,6350 por bushel.

Já os compradores de milho se afastaram do mercado nas últimas semanas por causa dos preços elevados. Além disso, investidores estão reduzindo sua exposição ao risco antes do feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos, na segunda-feira. Como não sabem o que pode ocorrer enquanto estiverem fora do mercado, a tendência é de que os participantes deixem de fazer apostas mais arriscadas. Analistas observaram, ainda, que a produção de etanol de milho caiu que as exportações do cereal não surpreendem. O milho recuou 0,61%.

O mercado de trigo também passa por um momento de consolidação, enquanto investidores aguardam novidades sobre oferta e demanda. É grande a incerteza sobre as exportações de grãos da Rússia, onde o clima seco deve reduzir a oferta. O país avalia restringir os embarques para segurar os preços no mercado interno. O trigo recuou 0,30%.

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