Demanda implícita por petróleo atinge máxima de 7 meses na China em setembro

Demanda implícita por petróleo atinge máxima de 7 meses na China em setembro

Dados divulgados nesta terça-feira mostraram que o crescimento econômico do país recuou no terceiro trimestre para o patamar mais fraco desde a crise financeira de 2008

REUTERS

21 de outubro de 2014 | 11h25

A demanda implícita por petróleo na China saltou 6,2 por cento em setembro ante agosto e atingiu um pico de sete meses.

A alta na demanda do maior consumidor global de energia pode dar sustentação aos preços do petróleo no mercado internacional, que acumulam perdas de 23 por cento em 2014 em meio a uma ampla oferta, embora um crescimento econômico global abaixo do esperado possa evitar altas maiores no petróleo.

Dados divulgados nesta terça-feira mostraram que o crescimento econômico da China recuou no terceiro trimestre para o patamar mais fraco desde a crise financeira de 2008/09, devido a um fraco mercado imobiliário que puxou junto a indústria e os investimentos.

A China consumiu aproximadamente 10,3 milhões de barris de petróleo por dia (bpd) no mês passado, segundo cálculos da Reuters baseados em dados preliminares do governo, ante 9,7 milhões de bpd em agosto e 9,61 milhões em setembro de 2013.

No entanto, nos nove primeiros meses do ano, o crescimento no consumo foi de apenas 2 por cento, para 9,91 milhões de bpd, ante 9,72 milhões um ano antes.

A Reuters calcula a demanda implícita por petróleo ao combinar dados oficiais sobre a produção de refinarias e as importações líquidas de produtos refinados, excluindo qualquer mudança nos estoques.

(Por Chen Aizhu)

Tudo o que sabemos sobre:
PETROLEOCHINA*

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.