Demanda reaparece e milho sobe 3%

O preço do milho subiu novamente na Bolsa de Chicago com a notícia de que grandes importadores voltaram ao mercado. Fatores como a desvalorização do dólar e a previsão de tempo quente e seco nas áreas produtoras dos Estados Unidos também ajudaram a elevar a cotação. O contrato dezembro subiu 3%, para US$ 6,8025 por bushel. A soja também se valorizou por causa do risco climático. A agência meteorológica Freese-Notis previu temperaturas acima do normal no cinturão de grãos norte-americano até pelo menos 3 de julho. O contrato novembro da oleaginosa fechou com alta de 1,06%, a US$ 13,4975 por bushel.

Ana Conceição, O Estado de S.Paulo

22 de junho de 2011 | 00h00

No mercado de algodão da Bolsa de Nova York, o contrato dezembro - referente à nova safra dos EUA - chegou a registrar alta de 3% durante o pregão, mas fechou com queda de 0,06%, cotado a 124 centavos de dólar por libra-peso. Apesar de um terço das lavouras norte-americanas estar em más condições, algumas notícias negativas acabaram por pressionar as cotações. As importações da China, maior comprador mundial, diminuíram 27%, para 144,6 mil toneladas em maio, ante o mesmo período do ano passado. Além disso, o governo australiano estimou que a produção global da fibra em 2011/12 vai exceder a demanda pela primeira vez desde a safra 2004/05. Dessa forma, os estoques deverão crescer 14%, para 10,6 milhões de toneladas no período.

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