Demitidos do Comperj acertam disputa judicial

Após três meses sem salários e de disputas judiciais, cerca de 2.300 trabalhadores demitidos do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) conseguiram a formalização do seguro-desemprego. Os operários, que trabalhavam para a empresa Alumini, poderão sacar o benefício em 30 dias, mas ainda devem aguardar até agosto para receber indenizações e salários atrasados em seis parcelas pagas pela empresa.

RIO , O Estado de S.Paulo

26 de março de 2015 | 02h04

O acordo foi firmado no início do mês, após os trabalhadores ocuparem a sede do Tribunal Regional do Trabalho, no Rio. A rescisão dos contratos foi obtida em caráter liminar, para acelerar o acesso aos benefícios trabalhistas. Pelos termos da negociação, os trabalhadores abriram mão de um mês de salário para evitar as novas regras de acesso ao seguro-desemprego, em vigor desde 28 de fevereiro.

Apesar da liberação do seguro-desemprego, os trabalhadores ainda temem não receber o pagamento das indenizações pela Alumini, que está em processo de recuperação judicial, em São Paulo. / Antonio Pita

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