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Democratas querem montadoras no pacote bilionário de ajuda

Os líderes democratas no Congresso dos Estados Unidos fizeram um apelo neste sábado ao secretário do Tesouro, Henry Paulson, para que reveja a lei que prevê socorro de 700 bilhões de dólares a empresas e verifique se as montadoras norte-americanas poderiam receber a ajuda temporária. Se isso for possível, o secretário deveria assegurar que os contribuintes sejam protegidos adequadamente, disseram a presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, e o líder da maioria democrata no Senado, Harry Reid, em uma carta a Paulson. "Um setor manufatureiro automotivo saudável é essencial para a restauração da estabilidade do mercado financeiro, a saúde integral de nossa economia e o sustento da força de trabalho do setor automotivo," escreveram os democratas. A iniciativa surge depois que a General Motors e a Ford informaram na sexta-feira prejuízo de bilhões de dólares. Na quinta-feira, os executivos-chefes das duas empresas, bem como o dirigente da Chrysler, encontraram-se com Pelosi e Reid em seus escritórios do Congresso, em Washington. "Nós deixamos as reuniões convencidos de que nossa indústria nacional automotiva - o coração de nosso setor manufatureiro - e os empregos de dezenas de milhares de trabalhadores americanos estão em risco," disseram Pelosi e Reid. "A notícia de sexta-feira sobre o recorde na queda das vendas da indústria automotiva somente reafirma a necessidade de ação urgente." Pela lei, denominada Ato Emergencial de Estabilização Econômica de 2008, o Congresso deu ao secretário do Tesouro amplo poder para ajudar a trazer ordem ao mercado financeiro dos EUA. Representantes do Departamento de Tesouro não puderam ser encontrados de imediato para comentar o assunto. (Reportagem de Susan Heavey)

REUTERS

08 de novembro de 2008 | 19h28

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