Covid-19

Bill Gates tem um plano para levar a cura do coronavírus ao mundo todo

Demora na licença obriga empresa a enfrentar as cheias

A demora na liberação das licenças ambientais para o início das obras da hidrelétrica de Jirau (RO), agravada pelas ações judiciais que pararam o trabalho por semanas, está obrigando a construtora da usina a brigar agora contra a cheia do Rio Madeira para manter o cronograma. A Energia Sustentável do Brasil, empresa liderada pela Suez e a responsável por Jirau, recebeu do Ibama a licença parcial, que autoriza instalar o canteiro e as ensecadeiras (espécie de diques de rochas), em 14 de novembro. Por causa das contestações na Justiça e do início das chuvas, a construção da primeira ensecadeira só terminou no dia 5 deste mês, quase quatro meses depois."Se não fossem as paralisações, pegaríamos menos chuva e faríamos o trabalho em um mês", disse o presidente da empresa, Victor Paranhos. Mesmo assim, a previsão de começar a gerar energia na hidrelétrica em fevereiro de 2012 está mantida. Para se ter uma ideia de como tudo muda na época das chuvas, quando a empresa pediu a licença para a ensecadeira, no fim de julho, a vazão do rio era de cerca de 10 mil m³ por segundo. Quando o primeiro dique foi concluído, no início deste mês, o fluxo do rio era de cerca de 32 mil m³ por segundo. "É um sufoco lidar com a cheia", resumiu Paranhos.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.