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Dengue afeta números da Concessionária Rio-Teresópolis

A Concessionária Rio-Teresópolis, administradora de 142 quilômetros de estradas no Rio de Janeiro, fechou o primeiro trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 1.479 milhão, 54% maior que o verificado um ano antes. A empresa poderia ter apresentado resultado melhor não fosse a epidemia de dengue no Rio de Janeiro.O reajuste tarifário autorizado pelo governo foi de 7,5%, mas a receita evoluiu apenas 4,5%. A empresa administra quatro praças de pedágio e a incidência da doença assustou os turistas que viajam para a Região dos Lagos e levou a uma queda no fluxo de veículos nos primeiros três meses do ano.A receita líquida somou R$ 11,204 milhões e a empresa conseguiu reduzir o custo dos serviços em 17,7%, para R$ 4,254 milhões. A diferença, de cerca de R$ 1 milhão, teve impacto positivo na última linha do balanço. Em nota explicativa, a administração informou que os custos foram reduzidos por "medidas de ajustes operacionais".No primeiro trimestre, o lucro bruto da CRT subiu 25%, para R$ 6,949 milhões. A concessionária teve despesas operacionais de R$ 4,731 milhões, 26% superiores às do ano anterior. O lucro operacional da concessionária elevou-se em 23% para R$ 2,217 milhões.A CRT tem entre seus principais acionistas as construtoras OAS, Carioca Christiani-Nielsen, EIT e Queiroz Galvão. O contrato de concessão federal para administrar um trecho da BR-116 foi assinado em 1995 e é válido por 25 anos. Os investimentos previstos ao longo do contrato são de R$ 450 milhões.

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