Portal do Departamento de Comércio dos Estados Unidos/ Reprodução
Portal do Departamento de Comércio dos Estados Unidos/ Reprodução

seu bolso

E-Investidor: O passo a passo para montar uma reserva de emergência

Departamento de Comércio dos EUA comete gafe ao confundir Brasil com Argentina na internet

Secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, participou do Fórum de Liderança em Infraestrutura da América Latina, em Brasília

Lorenna Rodrigues, O Estado de S.Paulo

01 de agosto de 2019 | 14h06

BRASÍLIA - Apesar do discurso de aproximação do governo norte-americano com o Brasil, o Departamento de Comércio dos Estados Unidos cometeu uma gafe em seu site na internet. Ao publicar a íntegra do discurso feito pelo secretário de Comércio, Wilbur Ross, em um evento em Brasília, o site informa que sua fala se passa na Argentina.

“Comentários do secretário de Comércio dos EUA, Wilbur L. Ross, no café-da-manhã sobre infraestrutura em Buenos Aires, Argentina”, afirma o site.

Ross participou em dois momentos do Fórum de Liderança em Infraestrutura da América Latina, em um hotel de Brasília. Às 8h, falou em uma sessão durante o café-da-manhã sobre a reconstrução da Venezuela e as oportunidades de investimento. Por volta das 13h, ele falou novamente sobre a promoção da competitividade na América Latina.

O secretário elogiou o governo brasileiro que disse estar “começando a se mover” e afirmou que os investidores podem ficar menos nervosos. “Este é um governo que está começando a se mover, isso é muito importante. Para vocês que estavam nervosos [em investir], eu estaria menos nervoso aqui no Brasil do que em alguns outros lugares”, disse, em seminário sobre infraestrutura em Brasília.

Depois de se reunir com o ministro de Infraestrutura, Tarcísio Freitas, Ross elogiou os planos do brasileiro para a área. “Fiquei muito impressionado com o nível de detalhe do plano do ministro Tarcísio e com o fato de que ele tem planos de muito curto prazo vindo por aí”, acrescentou.

Ross disse ainda que os EUA querem ser o “parceiro preferencial” para a região. Ele citou negociações em curso para questões como padronização técnicas e de regras aduaneiras “Estamos tratando de facilitação de comércio para apressas a movimentação e liberação de bens”, acrescentou.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.