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Depois de oscilações, Bolsa fecha praticamente no zero a zero

A agenda econômica no exterior foi fraca e no Brasil o Produto Interno Bruto ficou no piso das estimativas

Reuters,

12 de setembro de 2007 | 18h04

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou perto da estabilidade nesta quarta-feira, depois de oscilar bastante durante o dia. No fim do pregão, prevaleceu o comportamente do mercado externo. O Ibovespa - que mede o desempenho das ações mais negociadas na Bolsa - encerrou com oscilação negativa de 0,07%, a 53.882 pontos, quase a mesma variação do norte-americano Dow Jones, que recuou 0,13%. O volume financeiro na Bovespa ficou em R$ 4,3 bilhões, em linha com a média diária do ano. Uma corretora que atua para investidores estrangeiros se sobressaiu, ajudando a bolsa a fechar estável. A agenda econômica no exterior foi fraca e no Brasil o Produto Interno Bruto ficou no piso das estimativas, sem impacto significativo no mercado acionário. "Os dados confirmam o padrão de crescimento da demanda doméstica em ritmo expressivo, com a diferença entre oferta e demanda sendo compensada por significativo aumento das importações", afirmou o departamento de pesquisa econômica do Santander. "Tais números reforçam nossa visão de que o ciclo de afrouxamento da política monetária está perto de uma pausa relativamente longa", complementou. O que ajudará a balizar as apostas em relação ao juro é a ata da última reunião do Copom, que sai na quinta-feira. A blue chip Petrobras foi o papel mais negociado, com valorização 0,76%, a R$ 54,71, com impulso da alta do preço do petróleo no mercado internacional, que fechou perto de US$ 80. Essa alta ocorre um dia depois de o diretor financeiro da estatal, Almir Barbassa, que se o patamar atual ao redor de US$ 77 por barril resistir por mais tempo, os preços dos combustíveis no Brasil poderão ser reavaliados. Na ponta oposta, as duas maiores baixas foram Perdigão e Sadia, que caíram cerca de 4% cada, depois de registrarem fortes ganhos na véspera.

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