Juan Mabromata/AFP
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Depois de visitar Dilma, Macri vai ao Fórum Mundial de Davos

Presidente Cristina Kirchner, que deixa o cargo no próximo dia 10 de dezembro, nunca participou do fórum econômico realizado na Suíça

Rodrigo Cavalheiro, correspondente, O Estado de S.Paulo

27 de novembro de 2015 | 02h03

O presidente eleito da Argentina, Mauricio Macri, afirmou ontem que depois de visitar o Brasil, em viagem ainda sem data, vai "com certeza" ao Fórum Mundial de Davos, na Suíça. A decisão acentua suas diferenças com Cristina Kirchner, que deixará o cargo no dia 10 sem ter passado pelo encontro anual. "Certamente vamos a Davos em janeiro, porque permite em 48 horas ver vários presidentes e relacionar-se com importantes referências do mundo dos investimentos em um só lugar", afirmou ao Canal 26. Ele considera "muito positivo" o encontro, que em 2016 ocorrerá entre 20 e 23 de janeiro. Segundo Macri, "há mais de uma década" o país não participa do evento.

"O Brasil é o principal parceiro comercial e estratégico e ele precisa relançar uma relação que está no lodo. O comércio bilateral é o menor em 20 anos", avalia o economista Eric Ritondale, da consultoria Econviews. "Em Davos, está a oportunidade de reinserir o país nos mercados financeiros internacionais, relançar a agenda exterior do país", disse Ritondale ao Estado.

Prefeito de Buenos Aires há oito anos, Macri tinha previsto ir a Davos este ano. Cancelou a participação em razão da morte do promotor Alberto Nisman, encontrado com um tiro na cabeça em 18 de janeiro no banheiro de seu apartamento, em caso não resolvido. "A ideia é mostrar ao mundo que haverá regras claras, compromisso, um Instituto de Estatísticas independente. Assim ninguém mais pensará que deve se proteger comprando dólares", acrescentou Macri.

O presidente eleito deve ser acompanhado de seu gabinete econômico, composto de seis ministérios.

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