Renda extra

Fabrizio Gueratto: 8 maneiras de ganhar até R$ 4 mil por mês

Depois do Carnaval, Bovespa fecha em baixa de 3,46%

No pior momento do dia chegou a cair quase 4%. Dólar fechou cotado a R$ 1,7530

Agência Estado,

06 de fevereiro de 2008 | 18h26

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve um dia de ajustes às perdas acumuladas no mercado internacional nos primeiros dias desta semana, já que esteve fechada por conta do Carnaval. No encerramento dos negócios, a Bovespa perdeu 3,46%. No pior momento do dia chegou a cair quase 4%. O dólar comercial também teve um dia de acertos. A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 1,7530, em alta de 0,40%. Nos Estados Unidos, o dia foi mais tranqüilo, depois de dois dias de forte queda. Só ontem a queda do Dow Jones foi de 2,93% - a maior desvalorização em um ano - e a Nasdaq teve baixa de 3,08%. Nesta quarta, às 18h30, o Dow Jones recua 0,10% e a Nasdaq cai 0,52%. A piora desta terça veio depois da divulgação de dois indicadores calculados pelo Instituto de Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês). O índice do setor de serviços atingiu em janeiro 44,6%, ante previsão de 53% dos analistas. Já o índice que mede a atividade dos negócios não-industriais despencou para 41,9% em janeiro. Em dezembro, estava em 54,4%. Nos dois casos, índices abaixo de 50% indicam contração da economia. O fato é que os investidores continuam atentos à economia norte-americana e qualquer número divulgado pode sinalizar se o país caminha para uma recessão. Mais cedo foram divulgados os dados norte-americanos de produtividade e do custo da mão-de-obra no quarto trimestre e o mercado reagiu. Segundo o Departamento do Trabalho, a produtividade subiu 1,8%, em base anualizada, entre outubro até dezembro, depois de registrar crescimento de 6% no terceiro trimestre - dado revisado em baixa de estimativa anterior de elevação de 6,3%. A previsão dos economistas era de elevação de 0,5% na produtividade do quarto trimestre. O custo unitário da mão-de-obra subiu 2,1% no quarto trimestre, abaixo da estimativa de elevação de 3,8% dos economistas. No terceiro trimestre, o custo da mão-de-obra havia caído 1,9% - dado revisado de queda de 2%. Europa As ações européias fecharam em alta, impulsionadas pelos ganhos no setor de utilidade pública e de telecomunicações enquanto as fusões e aquisições foram o foco do dia. Rumores de ofertas impulsionaram as ações do segundo maior banco francês, Société Générale, em meio a um fraco nível de negócios do setor financeiro. Operadores especulavam sobre uma possível proposta do banco HSBC ante o plano do Société de elevar capital. O HSBC não fez comentários.  Enquanto isso, as ações do BHP Billiton caíram mais de 7% após a Rio Tinto rejeitar uma oferta de compra de uma rival da BHP Billiton. O índice FTSEurofirst 300, que reúne as principais ações das empresas européias, subiu 0,63%, para 1.322 pontos. Em Londres, o índice Financial Times fechou em alta de 0,13%, a 5.875 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX avançou 1,22%, para 6.847 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 subiu 0,83%, para 4.816 pontos. Em Milão, o índice Mibtel encerrou em alta de 0,53%, a 25.805 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 registrou valorização de 1,74%, para 13.037 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 teve alta de 1,16%, para 11.206 pontos.

Tudo o que sabemos sobre:
Mercado financeirocrise nos EUA

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.