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Desafios econômicos atuais são urgentes, diz Trichet

Segundo presidente do BCE, 'este não é o momento de complacência'; 'novos desafios devem surgir'

Nathália Ferreira, da Agência Estado,

13 de janeiro de 2009 | 12h11

O aprofundamento da desaceleração econômica está desafiando os formuladores de política, afirmou o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, ao Parlamento Europeu. "Este não é o momento de complacência, os desafios atuais são urgentes e novos desafios devem surgir", disse Trichet durante discurso na cerimônia em Estrasburgo pelo 10º aniversário do euro. Veja também:Desemprego, a terceira fase da crise financeira global De olho nos sintomas da crise econômica Dicionário da crise Lições de 29Como o mundo reage à crise  O BCE cortou o juro de 4,25% em outubro para 2,5% e o mercado espera uma redução de mais 0,50 ponto porcentual na reunião desta quinta-feira. O banco central tem sido criticado por políticos que afirmam que os cortes de juros deveriam ter sido maiores e decididos mais cedo. O Comissário Europeu de Relações Econômicas e Monetárias, Joaquin Almunia, defendeu o BCE, afirmando ao Parlamento que o banco central ajudou a evitar um "enorme colapso econômico". "O BCE tomou as medidas necessárias nesta crise econômica", afirmou. Ainda assim, muitos formuladores de política da zona do euro acreditam que a região ficará em recessão em 2009. Este ano "será um ano difícil para a economia da zona do euro e os cidadãos europeus", disse o primeiro-ministro de Luxemburgo, Jean-Claude Juncker, ao Parlamento. Ele também comanda as reuniões regulares de ministros das Finanças da zona do euro, encontro conhecido como Eurogroup.

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