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Descruzamento favorece BNDESPar

O diretor da BNDESpar, Eleazar de Carvalho, afirmou que a Vale do Rio Doce e a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) vão ganhar com o descruzamento de suas participações acionárias. O BNDES já aprovou o financiamento ao Grupo Vicunha, permitindo a operação. Segundo ele, a siderúrgica passa a ter um grupo controlador definido, com capacidade para implementar seus planos de expansão no mercado internacional. Já para a Vale, Carvalho, classificou o processo como fundamental. Segundo ele, a companhia agora poderá realizar com mais agilidade a venda de ativos que fogem do foco principal de atuação da empresa, como os setores siderúrgicos e de papel e celulose. Ele ressaltou que operação aprovada reduz o risco de crédito do órgão. Ele lembra que, do custo total de R$ 1,683 bilhão, apenas R$ 391 milhões são risco direto do BNDES. O restante fica diluído entre instituições financeiras privadas e com os próprios sócios das duas empresas, como a Bradespar e a Previ, que vão comprar R$ 372 milhões em debêntures - título de renda fixa emitido por sociedade anônima para tomar empréstimo no mercado - a serem emitidas pelo grupo Vicunha. A liquidação financeira da operação de separação acionária entre a Vale do Rio Doce e a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) deverá sair dentro do prazo fixado, até 15 de março. "A operação agora depende da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovar a emissão das debêntures pelo Grupo Vicunha", ressalta Carvalho.

Agencia Estado,

16 de janeiro de 2001 | 20h14

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