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Juliana Tubino, vice-presidente da Resultados Digitais, diz que empresa quer elevar de 5% para 20% participação do mercado global no faturamento da empresa Divulgação

'Desde o início estava claro que as oportunidades não estavam só no Brasil'

Para vice-presidente da Resultados Digitais, Juliana Tubino, empresa tem crescido exponencialmente nos últimos anos

Renée Pereira, O Estado de S.Paulo

05 de setembro de 2019 | 09h00

O processo de internacionalização da Resultados Digitais, plataforma de marketing voltada para pequenas e médias empresas, começou no ano passado e já representa 5% do faturamento da empresa. Criada em 2011, a startup nasceu das dificuldades que o sócio Eric Santos teve para promover uma outra empresa que no passado devido aos altos custos e ineficiências do marketing tradicional.

“Desde o início estava claro que havia uma oportunidade de negócios não só no Brasil como em outros países”, destaca a vice-presidente da empresa, Juliana Tubino. Candidata a ser o novo unicórnio brasileiro, a empresa tem crescido exponencialmente nos últimos anos e atraído a atenção dos fundos de venture capital. 

Em meados do mês passado, a Resultados Digitais recebeu um aporte de R$ 200 milhões, liderado pelo fundo Riverwood Capital e acompanhada pelos demais investidores da empresa TPG Growth, Redpoint eventures, Astella, DGF e Endeavor Catalyst. Boa parte do dinheiro será usada para acelerar o processo de internacionalização da empresa, que tem o objetivo de ser a plataforma líder de crescimento para médias e pequenas empresas em mercado emergentes.

Em 2018, a empresa iniciou sua expansão geográfica e, além de abrir escritórios em Joinville (SC) e São Paulo, também estabeleceu as primeiras bases na Colômbia e no México, países-chave para a expansão regional. Com sede em Florianópolis (SC), a startup também tem escritórios em São Francisco (EUA). No total, são 13 mil clientes em 20 países.

Segundo Juliana, Portugal e Espanha também estão no radar da empresa para os próximos anos. “Nosso objetivo é conseguir elevar de 5% para 20% a participação do mercado internacional no faturamento da empresa até o ano que vem.”

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