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Desemprego em SP atinge menor taxa desde 1997

Em dezembro de 2005, a taxa de desemprego total dos 39 municípios que formam a região metropolitana de São Paulo ficou em 15,8% da População Economicamente Ativa (PEA), apresentando queda em comparação a novembro, quando a taxa ficou em 16,4%. O dado foi divulgado pela Fundação Seade e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese). Esta foi a menor taxa de desemprego para dezembro desde 1997, de acordo com as duas instituições.O movimento de redução foi qualificado como "típico do período" e resultou da geração 163 mil ocupações, enquanto 122 mil ingressaram no mercado de trabalho. O contingente de desempregados na Grande São Paulo, em dezembro foi estimado em 1,60 milhão de pessoas. Em dezembro, foram gerados 94 mil postos de trabalho em serviços, outros 44 mil no agregado outros setores (concentrado principalmente em construção civil e serviços domésticos); e mais 24 mil posições na indústria. No comércio foi registrada relativa estabilidade, com oscilação de 0,1%, o que representou a criação de 1 mil postos de trabalho. Em novembro, houve crescimento dos rendimentos reais de ocupados e assalariados, com as respectivas altas de 0,6% e 1%, o que passou a equivaler a R$ 1.072,22, para os ocupados, e R$ 1.153,00 para os assalariados.Desemprego fica em 16,9% em 2005A taxa de desemprego nos 39 municípios que formam a região Metropolitana de São Paulo, ficou em 16,9% da PEA, em 2005, retrocedendo em relação aos 18,7% verificados em 2004. O resultado foi divulgado pela Seade e pelo Dieese e revela o mais baixo nível de desemprego na região desde 1998. Segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) foram criados 260 mil postos no ano passado na região, enquanto a oferta de trabalho subiu em 97 mil pessoas. O contingente de desempregados na região foi estimado em 1,69 milhão de pessoas.A mesma pesquisa indica que o rendimento médio dos ocupados e dos assalariados apresentou relativa estabilidade: entre os ocupados, a variação foi de -0,4%, passando a equivaler a R$ 1.060; entre os assalariados, a oscilação foi de 0,6%, correspondendo a R$ 1.136 reais. A massa de rendimentos dos ocupados cresceu 2,7%, enquanto a de assalariados subiu 5,2%.A PED indica que o crescimento de 3,2% do nível ocupacional em 2005 foi puxado pelo setor de serviços, com a criação de 138 mil postos de trabalho. A indústria gerou 83 mil vagas, enquanto o comércio criou 34 mil posições de trabalho. No agregado outros setores, constituído principalmente por serviços domésticos e construção civil foram gerados 5 mil empregos.

Agencia Estado,

31 de janeiro de 2006 | 10h38

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