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Desemprego em SP é o menor para agosto em 18 anos, diz Dieese

No País, taxa de desocupação passou de 12,4% em julho para 11,9% no mês passado 

Agência Estado,

29 de setembro de 2010 | 11h26

A taxa de desemprego no Brasil foi de 11,9% em agosto, em comparação com 12,4% no mês anterior, segundo Pesquisa de Emprego e Desemprego realizada pela Fundação Seade e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) em sete regiões metropolitanas e divulgada nesta quarta-feira. Em agosto de 2009, a taxa de desemprego foi de 14,4%. A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo também caiu, passando de 12,6% em julho para 12,3% em agosto, o menor porcentual para meses de agosto desde 1992. Em agosto de 2009, a taxa na região metropolitana de São Paulo foi de 14,2%.

Em Belo Horizonte, o desemprego passou de 8,3% em julho para 7,5% em agosto. Em agosto do ano passado, foi de 10,9%. Na região de metropolitana de Porto Alegre, a taxa caiu de 8,9% em julho para 8,7% em agosto. Em agosto de 2009, foi de 11,6%. No Distrito Federal, a taxa caiu de 13,7% em julho para 13,4% em agosto. Em agosto de 2009, foi de 15,5%. Em Fortaleza, o índice foi de 10,2% em julho para 9,2% em agosto. Em agosto de 2009, a taxa foi de 11,7%.

Em Recife, o desemprego caiu de 17,2% em julho para 15,9% em agosto. E em Salvador, passou de 16,9% em julho para 16,3% em agosto.

O contingente de desempregados nas sete regiões metropolitanas pesquisadas foi estimado em 2,625 milhões de pessoas em agosto, 104 mil a menos do que em julho. Esse número é resultante da criação de 161 mil vagas, aliada à entrada de 57 mil pessoas no mercado de trabalho.

No mesmo período, o nível de ocupação, na média nacional, teve alta de 0,8%. O total de ocupados nas sete regiões pesquisadas foi estimado em 19,438 milhões de pessoas, para uma PEA (População Economicamente Ativa) de 22,062 milhões.

Na divisão por atividade, o nível de ocupação subiu na maioria dos setores: no comércio, houve alta de 2,5% (77 mil); alta de 0,7% serviços (70 mil); alta de 0,9% construção civil (11 mil) e agregado de outros setores, alta de 1,1% (18 mil). Já na indústria, houve redução de 0,5% (15 mil postos).

Rendimento

Em julho, o rendimento médio real dos ocupados no Brasil teve alta de 1,8%, chegando a R$ 1.289. Já o dos assalariados ficou em R$ 1.340, apresentando elevação de 1,5%.

O rendimento médio dos ocupados aumentou em Salvador (em 2,3%, para R$ 1.105), São Paulo (2,3%, para R$ 1.353), Porto Alegre (1,8%, para R$ 1.323), Distrito Federal (1,3%, para R$ 1.927) e Belo Horizonte (1,2%, para R$ 1.382).

Já em Recife, o rendimento teve leve alta de 0,2%, em R$ 865. Em Fortaleza, houve ligeiro decréscimo, de 0,5%, para R$ 825.

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