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Desemprego fica em 4,7% em outubro, a menor taxa para o mês desde 2002

Taxa de desemprego veio no piso das estimativas de analistas e foi a menor desde o início da série histórica, em março de 2002

Daniela Amorim, Agência Estado

19 de novembro de 2014 | 09h02

A taxa de desemprego apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 4,7% em outubro, o menor índice para o mês da série histórica, iniciada em março de 2002.

Em setembro, a taxa havia sido de 4,9%. O resultado veio no piso do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo Agência Estado (de 4,7% a 5,1%), com mediana de 4,9%.

O rendimento médio real dos trabalhadores registrou variação de 2,3% em outubro ante setembro e aumento de 4% na comparação com outubro de 2013. O rendimento médio real dos trabalhadores em outubro foi de R$ 2.122,10, contra R$ 2.075,39 em setembro.

A massa de renda real habitual dos ocupados no País somou R$ 50,1 bilhões em outubro, um aumento de 3,1% em relação a setembro. O indicador representa o que a pessoa habitualmente ganha em um mês completo no trabalho. Na comparação com outubro de 2013, a massa cresceu 3,8%. 

Já a massa de renda real efetiva (aquilo que realmente foi ganho) totalizou R$ 50,3 bilhões em setembro, uma alta de 2,9% em relação a agosto. Na comparação com setembro de 2013, houve aumento de 4,4% na massa de renda efetiva. 

População ocupada. O mercado de trabalho voltou a gerar vagas na passagem de setembro para outubro. O número de ocupados cresceu 0,8% no período, com a abertura de 175 mil postos de trabalho.

Já a população desocupada encolheu 3,5%, o equivalente a 41 mil pessoas na fila do desemprego. O número de inativos também diminuiu, a queda foi de 0,6% em outubro ante setembro, o equivalente a 119 mil pessoas a menos fora da força de trabalho.

Na comparação com outubro do ano passado, entretanto, a inatividade ainda ficou maior em 3,3%, com a saída de 600 mil pessoas do mercado de trabalho. Nesse tipo de comparação, a ocupação ficou estável, após a eliminação de apenas mil vagas, enquanto a desocupação registrou queda de 10,1%, com 128 mil pessoas a menos na fila do desemprego. 

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