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Desemprego fica em 5,9% em fevereiro, a taxa mais alta para o mês desde 2011

Setores de construção e indústria eliminaram juntos mais de 360 mil postos de trabalho em um ano, segundo o IBGE 

Daniela Amorim, O Estado de S. Paulo

26 de março de 2015 | 09h12


RIO - A taxa de desemprego apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 5,9% em fevereiro de 2015, a taxa mais alta para o mês desde 2011, quando o resultado foi de 6,4%. Os dados da Pesquisa Mensal de Emprego foram divulgados nesta quinta-feira, 26. 

O resultado ficou dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, da Agência Estado, que esperavam um resultado entre 5,40% a 6,20%, e acima da mediana de 5,70%. Em janeiro, a taxa de desocupação foi de 5,3%. 

Em um ano, os setores de construção e indústria eliminaram, juntos, mais de 360 mil postos de trabalho. O primeiro fechou 105 mil vagas desde fevereiro do passado; o último cortou 259 mil postos de trabalho. 

A população desocupada aumentou 10,2% na passagem de janeiro para fevereiro, o equivalente a 131 mil pessoas a mais na fila do desemprego. Em relação a fevereiro de 2014, o total de desempregados subiu 14,1%, 176 mil pessoas a mais à procura de uma vaga.  

Já a população ocupada recuou 1,0% em fevereiro ante janeiro, com 229 mil empregos eliminados. Na comparação com fevereiro de 2014, o recuo na ocupação foi de 0,9%, o mesmo que 201 mil postos de trabalho extintos.  

Em relação à população inativa, houve crescimento de 0,4% em fevereiro ante janeiro, 84 mil pessoas deixaram a força de trabalho no período. Em relação a fevereiro do ano passado, a inatividade subiu 2,3%, com 443 mil pessoas a mais. 

A massa de renda real habitual dos ocupados no País somou R$ 50,0 bilhões em fevereiro, um recuo de 2,5% em relação a janeiro. Na comparação com fevereiro de 2014, a massa diminuiu 1,5%.   

Já a massa de renda real efetiva dos ocupados totalizou R$ 50,7 bilhões em janeiro, uma queda de 19,8% em relação a dezembro de 2014. 

Na comparação com janeiro de 2014, houve redução de 1,4% na massa de renda efetiva.  

O rendimento médio real dos trabalhadores em fevereiro foi de R$ 2.163,20, contra R$ 2.194,22 em janeiro. Em fevereiro do ano passado, a renda média também era maior, R$ 2.174,35. 

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