Desemprego fica estável em 15,5% em seis regiões do País

Nos últimos 12 meses, todas as regiões pesquisadas pelo Dieese registram queda na taxa de desemprego

ANNE WARTH, Agencia Estado

31 de outubro de 2007 | 10h32

A taxa de desemprego ficou estável em 15,5% em setembro no conjunto das seis regiões metropolitanas que participam da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), feita em parceria pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O indicador estava em 15,6% em agosto e em 16,4% em setembro de 2006.  Nos últimos 12 meses, o desemprego caiu em todas as regiões pesquisadas: 12,3%, em Belo Horizonte; 11,9%, em Recife; 10,5%, em Porto Alegre; 7,7%, em Salvador; 4,4%, no Distrito Federal; e 1,3%, em São Paulo. Já em relação a agosto, o desemprego caiu em todas as regiões, exceto em Salvador (-0,5%) e São Paulo (0,7%), onde registrou relativa estabilidade. O rendimento médio real dos ocupados oscilou 0,4% em agosto ante julho e passou equivaler a R$ 1051,00. Em relação a agosto de 2006, o rendimento caiu 2,7%, puxado exclusivamente pelo desempenho de São Paulo, onde o indicador caiu 7,6% no período. Nas demais regiões, houve elevação do indicador. Em relação a agosto, o rendimento cresceu em Belo Horizonte (0,9%) e São Paulo (0,9%), caiu em Salvador (1,4%) e Recife (1,1%), manteve-se estável em Porto Alegre e Distrito Federal.  São Paulo A taxa de desemprego apenas na região metropolitana de São Paulo permaneceu estável em 15,1% em setembro, ante 15% em agosto. Em setembro de 2006, o indicador estava em 15,3%. Dividindo a região metropolitana em três microrregiões, entre agosto e setembro, o desemprego oscilou de 14,2% para 14,5% em São Paulo, caiu de 16,1% para 15,8% nos demais municípios da região e diminui de 13,4% para 12,9% na região do ABC. O rendimento médio real dos ocupados subiu 0,9% em agosto ante julho na região e passou a valer R$ 1106,00, interrompendo uma queda observada nos três meses anteriores. Na comparação com agosto de 2006, o indicador caiu 7,6%.

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