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Desemprego na Alemanha cai para nova mínima recorde

A taxa de desemprego da Alemanha caiu para uma nova mínima pós-reunificação de 6,7 por cento em março, ante 6,8 por cento em fevereiro, contrariando a tendência em outros países da zona do euro e reforçando as esperanças de que o consumo privado sustente a maior economia da Europa neste ano.

REUTERS

29 de março de 2012 | 09h15

Dados do Escritório do Trabalho ajustados à sazonalidade mostraram que o desemprego caiu pelo quinto mês consecutivo em março em 18 mil pessoas, acima do esperado, para um total de 2,841 milhões. A previsão de consenso em uma pesquisa da Reuters com 35 economistas era que o desemprego tivesse queda de 10 mil.

"A resiliência do mercado de trabalho alemão é um bom sinal para o consumo privado no primeiro semestre do ano", disse o economista do ING Carsten Brzeski.

"O clima ameno de março e o otimismo empresarial quase inabalado parecem ser os guias mais importantes por trás da queda no desemprego vista hoje."

O dado alemão é uma boa notícia para o ministro das Finanças Wolfgang Schaeuble, cujos planos orçamentários são baseados em receitas fiscais fortes. O relatório contrastou com os dados da França divulgados nesta semana, mostrando que o total de desempregados aumentou pelo décimo mês consecutivo, atingindo o nível mais alto desde outubro de 1999.

A economia da Alemanha se recuperou rapidamente da crise financeira de 2008 e 2009, mas encolheu 0,2 por cento no final do ano passado, na medida em que os problemas de dívida da zona do euro e a desaceleração global afetaram as exportações e o consumo privado.

No entanto, a economia pareceu ter se recuperado um pouco este ano, levando alguns institutos a aumentar suas previsões de crescimento e muitos economistas a prever produção estável ou crescente nos três primeiros meses de 2012, evitando assim os dois trimestres sucessivos de contração que definem uma recessão.

O mercado de trabalho manteve-se forte diante dessa fase de fragilidade da economia, sustentando a confiança dos consumidores, que subiu em seis meses entre sete, de acordo com a pesquisa de mercado do grupo GfK.

(Reportagem de Sarah Marsh; reportagem adicional de Madeline Chambers)

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