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Desemprego na Grã-Bretanha cresce menos que o esperado

O número de britânicos pedindo auxílio-desemprego em outubro aumentou no menor ritmo em 18 meses, enquanto o número de trabalhadores ocupados aumentou pela primeira vez em mais de um ano.

REUTERS

11 de novembro de 2009 | 09h30

A agência nacional de estatísticas da Grã-Bretanha informou nesta quarta-feira que houve 12.900 mais pedidos de auxílio-desemprego no mês passado, muito abaixo das previsões de um aumento de 20 mil.

No período entre agosto e setembro, o número de pessoas sem emprego cresceu em 30 mil para 2,461 milhões, o menor aumento desde o período entre março e maio de 2008.

Isso manteve a taxa de desemprego nos 7,8 por cento do trimestre anterior, indo contra as expectativas de um aumento de 8 por cento.

O número de pessoas empregadas cresceu 6 mil no período entre agosto e setembro, o primeiro aumento desde o intervalo de maio a julho de 2008.

A libra se valorizou quase meio centavo ante o dólar, após os números aumentarem as expectativas de que o pior da recessão passou e de que o nível máximo de desemprego ficará abaixo do temido anteriormente.

"Isso sugere que há um processo de estabilização ocorrendo no mercado de trabalho, algo que sugere alguma recuperação na economia", disse Philip Shaw, economista-chefe da Investec.

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