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Desemprego na região metropolitana de SP volta a 14,8%

Taxa em seis das principais regiões metropolitanas do País ficou em 15% em julho, revela Seade/Dieese

Anne Warth, da Agência Estado,

26 de agosto de 2009 | 10h00

A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo voltou a subir no mês de julho, para 14,8%, depois de ter caído para 14,2% em junho, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira, 26, pela Fundação Seade e o Dieese. O nível de 14,8% repete a taxa de desemprego de maio deste ano.

 

O contingente de desempregados na região metropolitana de São Paulo aumentou em 67 mil pessoas, para 1,562 milhão. O nível de ocupação caiu 0,4%, ou 39 mil vagas, puxado, principalmente, pelo fechamento de 67 mil postos no setor de serviços. O grupo agregado outros setores, que inclui construção civil e serviços domésticos, fechou 4 mil vagas no mês.

 

O comércio criou 30 mil ocupações e a indústria, 2 mil. O rendimento médio real dos ocupados caiu 0,3% em junho, ante maio, e 2,3% ante julho de 2008, para R$ 1.226,00. A massa de rendimento dos ocupados não variou ante maio e caiu 2,3% ante junho de 2008.

 

Desemprego nas 6 regiões metropolitanas fica em 15%

A taxa de desemprego em seis das principais regiões metropolitanas do País ficou em 15% em julho. O

desemprego praticamente não se alterou em relação ao mês de junho, quando estava em 14,8%, mas subiu em relação a julho de 2008, quando estava em 14,6%. O contingente de desempregados

aumentou em 45 mil pessoas nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e Distrito Federal, para 3,029 milhões.

A taxa de desemprego diminuiu no Distrito Federal, Recife e Salvador. Não apresentou variação em Belo Horizonte e Porto Alegre e subiu apenas em São Paulo. O nível de ocupação apresentou variação de -0,1% em julho, o que resultou no fechamento de 9 mil ocupações. Em termos setoriais o desempenho

foi puxado pelo setor de serviços, que demitiu 77 mil pessoas no mês. Já o comércio criou 32 mil vagas, a indústria 13 mil, a construção civil 11 mil e o agregado "outros setores", 12 mil.

No caso do comércio, julho foi o terceiro mês consecutivo de criação de postos de trabalho. Na indústria, foi o primeiro mês positivo após sete consecutivos de corte de vagas. O rendimento médio real dos ocupados variou 0,1% em junho ante maio e -0,2% ante junho de 2008, para R$ 1.202,00. A massa de rendimento dos ocupados subiu 0,5% ante maio e 1,2% ante junho de 2008.

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