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Desenvolvimento e Fazenda disputam Eximbank

Os Ministérios do Desenvolvimento e da Fazenda disputam uma queda de braço pelo controle do Eximbank, órgão que deve ser criado em breve pelo governo federal para apoiar as exportações. O plano entregue pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que é vinculado ao Desenvolvimento, prevê o novo banco como uma subsidiária. Mas proposta alternativa do Banco do Brasil, também em análise, coloca a entidade sob a alçada do Tesouro Nacional.

AE, Agencia Estado

22 de outubro de 2009 | 09h35

Os técnicos não conseguiram chegar a um consenso sobre o assunto, o que está travando o surgimento do Eximbank. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que apoia a ideia do banco, vai dar a palavra final. Os exportadores temem que, para agradar a todos, o governo enfraqueça o Eximbank, que é uma demanda antiga do setor.

A briga envolve uma fatia significativa de recursos. O governo tem à disposição do comércio exterior, espalhados por vários órgãos, entre financiamentos e garantias, cerca de R$ 26,9 bilhões. Do total, R$ 10 bilhões estão no Fundo Garantidor de Exportações (FGE), R$ 11,2 bilhões no BNDES-Exim, R$ 2,6 bilhões no Proex e R$ 3,1 bilhões na linha pré-pagamento do BB.

Ainda não foi definido o capital do Eximbank, mas deve ser bem menor que isso. Em entrevista ao Grupo Estado, em maio, o ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, cogitou como capital os R$ 2,6 bilhões do Proex, mais algum acréscimo do BNDES. Segundo os exportadores, os principais problemas do sistema atual são o grande número de órgãos envolvidos, além de boa parte dos recursos não ter sido ainda efetivamente liberada. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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