Dicas de onde investir o dinheiro do FGTS
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Dicas de onde investir o dinheiro do FGTS

O tesoureiro do banco BMG, Clive Botelho, sugere optar por produtos seguros que rendam mais do que a poupança

BMG, Media Lab Estadão
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10 de outubro de 2019 | 11h51

A liberação dos saques do FGTS de contas ativas e inativas, que começou em setembro e vai até o ano que vem, pode injetar R$ 42 bilhões na economia. Também foi instituída uma nova forma de resgate, o saque-aniversário, que permitirá retirar uma parcela do FGTS todo ano, a partir de 2020. Para quem tem dívidas, dez entre dez consultores sugerem que os recursos sejam usados para quitá-las. Mas para quem não tem essa necessidade, a sugestão é buscar opções de investimento para os recursos.

O retorno pago pelo FGTS ao dinheiro do trabalhador depositado no fundo é bem baixo, o que justifica a opção pelo saque, seja ele pontual ou na opção aniversário. O rendimento do FGTS é de 3% ao ano, mais o lucro anual do fundo e a Taxa Referencial (TR), próxima de zero, conferem retorno inferior à inflação projetada, de 3,80% para 2019.

O tesoureiro do BMG, Clive Botelho, sugere que, ao optar pelo saque, o trabalhador avalie produtos seguros para investir e que rendam mais do que a caderneta de poupança, cuja remuneração é de 70% da Selic, taxa que foi novamente cortada em meio ponto, para 5,5% ao ano.

“Cada perfil de investidor tem um produto mais adequado em termos de retorno e prazo. A escolha passa, portanto, por saber o destino desse dinheiro e por quanto tempo pode deixá-lo aplicado”. A seguir, Botelho destaca algumas opções disponíveis na plataforma digital do BMG Invest.

Super Poup

O Super Poup está entre os produtos mais acessíveis do banco, com baixo risco e retorno superior à poupança. Possui liquidez semelhante à caderneta, paga 104% do CDI e é acessível a partir de R$ 100 (quando um investimento garante retorno acima de 100% do CDI, significa que ele renderá mais do que a Selic).

Leia mais sobre o Super Poup aqui. 

CDB IPCA + pré

Corrigido pela inflação, este título rende mais de 3% ao ano e vence em três anos. O papel é adequado para quem quer se proteger de uma alta inflacionária e ainda quer ter um ganho real.

CDB vinculado ao CDI

Também de três anos, garante nesse prazo um retorno de 113% do CDI. “Quanto maior o tempo, maior a rentabilidade. Os prazos de vencimento dos papeis são variados, vão de três meses a sete anos”, afirma Botelho.

Produtos especiais

Na família de CDBs do BMG Invest há também produtos como o híbrido CDB BMG Duplo Index, com parte da remuneração prefixada e parte pós-fixada, e o CDB Escalonado, que permite resgate antes do vencimento por meio de janelas de liquidez entre outros. Ambos oferecem cobertura do FGC para até R$ 250 mil por CPF, ou seja, são seguros.

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Eliminar dívidas em primeiro lugar

Clive Botelho engrossa o coro dos que defendem como prioridade, antes de investir os recursos do FGTS, quitar dívidas. “Este é sempre o melhor uso para o dinheiro, até porque nenhum investimento vai render o suficiente para cobrir os juros”, explica. O executivo também destaca a necessidade de a pessoa aprender a gerenciar seu endividamento, citando como exemplo a possibilidade de trocar uma dívida mais cara por mais barata.

A alternativa, nesse caso, é obter um financiamento pela Help!, lojas de crédito do BMG, para conseguir juntar o valor necessário para quitar empréstimos mais onerosos. “Um dos papeis da Help é atuar como consultora do cliente, ajudando em sua educação financeira. Temos várias opções de empréstimo para cada necessidade possibilitando que o cliente melhore seu perfil de endividamento. O produto precisa ser adequado à pessoa”, afirma o tesoureiro. A Help possui mais de 600 unidades espalhadas pelo Brasil.

 

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