Dicas para compra de material escolar

Na volta às aulas, a primeira orientação da Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça do Governo do Estado de São Paulo, é o reaproveitamento do material escolar do primeiro semestre ou, se possível, de anos anteriores. Caso tenha que efetuar alguma compra, não deixe de fazer pesquisa de preços, levando em consideração as taxas de juros, na eventualidade de efetuar compras a prazo. O consumidor deve ficar atento às promoções, certificando-se de que, tanto o preço, quanto o produto em questão, realmente valem a pena. Quando for possível, reúna um grupo de consumidores para tentar conseguir algum desconto em compras de volume maior. Em casos de problemas com cadernos, livros, mochilas e outras mercadorias, o consumidor tem até 30 dias para reclamar. Consumidor deve ficar atento à qualidade dos materiais Ao comprar material escolar, o consumidor deve conferir as embalagens de materiais como colas, tintas, pincéis atômicos, fitas adesivas, etc. Elas devem conter informações claras e precisas a respeito do fabricante, importador, composição, condições de armazenagem, prazo de validade e se apresentam algum risco ao consumidor.Exija nota nota fiscal. Esse documento é indispensável no caso de problemas com a mercadoria. Recuse quando for relacionado apenas o código do produto, pois dificultará sua identificação. Evite comprar em camelôs pois, apesar de venderem mais barato, eles não fornecem nota fiscal, dificultando assim a troca ou assistência do produto se houver necessidade.Veja na seqüência as livrarias que oferecem material escolar pela Internet

Agencia Estado,

04 de agosto de 2000 | 10h20

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