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Dilma defende projeto energético para América do Sul

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse hoje que é necessário um projeto mais amplo para integrar, do ponto de vista energético, os países da América do Sul. Segundo ela, há vários projetos em andamento, entre eles o plano da Petrobras de expansão da produção de gás na Bolívia. A ministra citou também os estudos para a construção da usina hidrelétrica de Cachuela Esperanza (800 megawatts) na divisa do Brasil com a Bolívia, e para a obra da hidrelétrica de Garabi (2 mil MW) na divisa do Brasil com a Argentina.Esses projetos bilaterais estão entre os que foram citados nesta semana pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, como obras que podem ser feitas em conjunto com países vizinhos."O que ponderamos é que não pode ficar tratando da questão só quando tem escassez em algum país, no caso na Argentina. O Brasil vem exportando energia para a Argentina nos invernos sistematicamente, nos últimos anos foi feito esse esforço. Até porque no inverno temos sobra de energia e podemos exportar, principalmente colocando térmicas em funcionamento", disse a ministra, após se reunir com a diretoria da Confederação Nacional da Indústria (CNI)."Fazer Garabi é importante para o Brasil e para a Argentina. Discutir Cachuela também é algo bastante pertinente. É melhor fazer um projeto em que todos colaborem, cooperem com o fornecimento de energia", disse.A ministra reiterou que o Brasil não tem condições de fornecer gás natural, neste ano, para a Argentina, mas que pode, eventualmente, mandar energia ao país vizinho. "Emergencialmente, podemos fornecer energia daquelas usinas térmicas que não estão em funcionamento, principalmente a carvão, ou nucleares, se houver disponibilidade no Brasil. Nós não achamos este ano dê para fornecer gás", disse, acrescentando que é possível que o Brasil não precise de todas as suas térmicas ligadas no próximo inverno.

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