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Dilma: juros vão oscilar conforme padrão internacional

Ao discursar para prefeitos, na noite desta terça-feira, 23, em Brasília, durante a abertura do II Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, a presidente Dilma Rousseff avisou que os juros vão continuar "subindo e descendo", mas "em um nível mais adequado para os padrões internacionais". Dilma também reiterou que tem de garantir "que a inflação nesse País esteja sob controle".

RAFAEL MORAES MOURA E TÂNIA MONTEIRO, Agencia Estado

23 de abril de 2013 | 22h02

"Esse País tem de crescer acelerado. Para crescer acelerado, tem que ser competitivo, daí porque fizemos um grande esforço, do início do governo até hoje. Primeiro, nós reduzimos os juros brasileiros para patamares aceitáveis. Reduzir os juros para patamares menores não significa que ele não suba e não desça. Ele vai continuar subindo e descendo, mas num nível mais adequado para os padrões internacionais e, portanto, mais competitivo", afirmou a presidente.

Em sua fala, Dilma destacou ainda que este governo "tem um norte" e que "todo mundo que tem um norte, quando tem vontade, encontra o caminho". E emendou: "queremos crescer com estabilidade para poder distribuir riqueza e, por isso, buscamos aumentar a competitividade em nosso País".

Falando aos prefeitos, Dilma, que recebeu uma série de pedidos, fez um balanço e adiantou que nem tudo que estava sendo pleiteado seria possível ser atendido.

Ao comentar o cenário econômico, a presidente também fez questão de frisar que as contas fiscais brasileiras são estáveis. "Garanto que as contas fiscais brasileiras sejam estáveis, eu tenho de garantir também que a inflação nesse País esteja sob controle. Eu tenho um orçamento dado e regras bem claras, não posso criar despesa sem apontar receita, e isso cria para o governo federal regras bem claras de gestão dos recursos públicos."

De acordo com Dilma, "no passado" se olhava muito para os partidos a que pertenciam governadores, prefeitos e o presidente da República na hora de acertar parcerias entre as diferentes esferas governamentais. Na avaliação dela, o governo federal tem uma "imensa capacidade" de se relacionar "de forma republicana". "Esse relacionamento de forma republicana é algo que só engrandece os agentes públicos aos olhos do País. Isso é fazer política com P maiúsculo, usar de forma efetiva os recursos públicos", disse a presidente.

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