ED FERREIRA/Estadão
ED FERREIRA/Estadão

Dilma minimiza reparos na Ferrovia Norte-Sul

'Estado' revelou que atos de vandalismo e demora nas obras forçarão novas reformas antes de via ser liberada para o tráfego

Ricardo Della Coletta, Rafael Moraes Moura, Agência Estado

12 de agosto de 2014 | 13h33

ANÁPOLIS (TO) - A presidente Dilma Rousseff minimizou há pouco o fato de a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) ter condicionado o funcionamento de um trecho da ferrovia Norte-Sul à conclusão de consertos. O Estado revelou que atos de vandalismo e a demora na conclusão da ferrovia obrigará que ela passe por reparos antes mesmo de ser liberada para o tráfego de cargas.

"Numa rodovia ou em qualquer projeto, como numa rede de transmissão, você faz comissionamento, para ver onde vai dar problema, porque algum (problema) vai dar antes de iniciar a operação", disse a presidente. 

Dilma destacou que a ANTT emitiu uma licença de funcionamento (entre Porto Nacional e Gurupi, no Tocantins), mas determinou que a Valec cumpra uma série de medidas. "(A Valec) tem de fazer para que haja condições de fazer os testes finais. Vai ter de substituir dormentes de madeira, mas é que os que estavam lá a ANTT achou que não estavam bons", concluiu. 

Dilma realizou hoje visita a um pátio de cargas da ferrovia Norte-Sul, em Anápolis, em mais um esforço para mostrar avanços nas obras de infraestrutura previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A agenda, considerada mista (quando a presidente faz a vistoria institucional do pátio e depois concedeu rápida coletiva como candidata à reeleição), também serviu para ela gravar imagens para seu programa de televisão.

Ao chegar no porto seco de Anápolis, que segundo Dilma também tem funções alfandegárias, diminuindo a burocracia, a petista cumprimentou trabalhadores e depois percorreu um trecho de quatro quilômetros em uma locomotiva - quando gravou as imagens. O horário eleitoral começa no próximo dia 19. 

Tudo o que sabemos sobre:
Dilma, presidente, ferrovia

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.