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Dirceu espera aumento do investimento público a partir de agora

O ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, disse hoje, no seminário "Cenários 2005: Panorama do Brasil e do Mundo", no Rio, que a sociedade vai poder colher nos próximos dois anos os efeitos de seu sacrifício nos últimos dois anos.Ele também destacou a perspectiva de entrada do capital estrangeiro estimulado com a queda do risco Brasil - taxa que mede a desconfiança do investidor estrangeiro em relação à capacidade de pagamento da dívida do País - e a melhora da taxas de crescimento econômico. Dirceu destacou também o crescimento verificado no investimento das empresas nacionais para aumento da capacidade produtiva. O ministro chefe da Casa Civil avaliou que a transição para o crescimento auto sustentável ainda deve demorar pelo menos um pouco mais de tempo. "A transição não se resolve em apenas dois anos", disse, lembrando que no governo passado, a dívida interna dobrou, "apesar do aumento da carga tributária e da venda de R$ 100 bilhões em patrimônios públicos". Segundo ele, para obter um crescimento sustentado nos próximos dois anos, é preciso ter como principal desafio o financiamento de investimentos.Avanços para o próximo anoDirceu disse ainda que é uma das prioridades do governo para o próximo ano é promover a reforma no sistema tributário. Entre os "avanços" que podem ser esperados, segundo o ministro, está a desoneração do consumo e a unificação do ICMS. Ele também destacou a importância de desenvolver o mercado de capitais. "Existem bilhões de reais investidos em poupanças e fundos de pensão que podem ser convertidos em investimentos", afirmou. Para o próximo ano, Dirceu espera ainda que o Brasil tenha condições de avançar na reforma do seu Poder Judiciário. Segundo ele, os ministros do STF, Nelson Jobim e da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, já apresentaram 20 projetos de lei para simplificar a burocracia judiciária e tornar mais ágil a análise e julgamento dos processos. Ele disse também que, em 2005, espera a conclusão do processo de mudanças nas agências reguladoras.

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