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Diretor da Aneel descarta racionamento de energia

Segundo Jerson Kelman, porém, é necessário que o País faça investimentos em novas usinas

Gerusa Marques, da Agência Estado,

21 de novembro de 2007 | 14h34

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Jerson Kelman, descartou nesta quarta-feira, 21, qualquer possibilidade de racionamento de energia, mas disse que é necessário que o País invista na construção de novas usinas.  Durante audiência pública na Comissão de Minas e Energia, Kelman disse que há um debate técnico, "contaminado por questões políticas", sobre eventuais riscos de o País enfrentar um novo racionamento de energia.  Ele explicou que, no último ano, dois eventos contribuíram para estimular esse debate, como a suspensão de cerca de 2 mil MW de energia vindas da Argentina e a utilização de usinas termelétricas para compensar o período de seca.  "Mas isso não quer dizer que vai haver racionamento. Isso só afirma que nós não podemos nos dar ao luxo de achar que o mundo está róseo e que podemos parar de construir novas usinas", afirmou.  Segundo ele, ainda há tempo para tomar decisões que aumentem o suprimento de energia no País. "Mas a mensagem é que tem que dar certo. Não temos gordura para ficar patinando.Não podemos patinar", afirmou . A audiência pública, que terminou nesta tarde, discutiu os impactos dos encargos setoriais no curso da energia elétrica.

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