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Diretor da SAC defende mais capital externo nas aéreas

O diretor do Departamento de Política de Serviços Aéreos da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Ricardo de Melo Rocha, defendeu, nesta terça-feira, 26, o aumento do capital estrangeiro nas empresas aéreas como forma de impulsionar as companhias e permitir a entrada de novas empresas no mercado. Atualmente, por lei, as companhias só podem ter até 20% do capital nas mãos de empresas de fora do País.

RICARDO BRITO, Agencia Estado

26 de novembro de 2013 | 13h37

"A gente não vê motivo para que haja qualquer restrição ao capital estrangeiro", afirmou Rocha, em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para discutir o preço das passagens aéreas.

Segundo o diretor da SAC, no mundo, as restrições ao capital estrangeiro para o setor são bem menores que no Brasil. Rocha disse que ocorre um movimento no mundo inteiro para flexibilizar essa entrada e citou os casos da Europa, do México e da Índia. Segundo ele, negócios no País envolvendo empresas do setor não foram fechados devido a essa restrição.

Rocha chegou a listar uma série de benefícios com a entrada do capital estrangeiro. Entre outras, melhores condições de financiamento, acesso a crédito, aumento da quantidade de rotas e cidades atendidas, redução do preço médio das passagens, incremento do turismo e redução do custo regulatório.

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