Disputa com a Telefônica

A francesa Vivendi disputou a compra da GVT, operadora brasileira que atua principalmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do País, com a Telefônica. A primeira oferta feita pela Telefônica, de R$ 42 por ação, foi feita em setembro de 2009. Depois disso, o grupo espanhol apresentou duas propostas não solicitadas, sendo que a última chegou a R$ 50,50. A oferta vitoriosa da Vivendi foi anunciada em novembro, e chegou a R$ 56 por ação, avaliando a GVT à época em mais de R$ 7 bilhões.

O Estado de S.Paulo

20 de julho de 2012 | 03h09

A operação gerou bastante polêmica, sendo até investigada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). No cerne da questão estava a forma como a operadora francesa conduziu o processo de aquisição. A compra foi feita aos poucos, usando diferentes instrumentos e sem a devida comunicação ao mercado. A operação incluiu derivativos detidos por um fundo chamado Tyrus Capital.

No final de 2010, a Vivendi fechou um acordo de R$ 150 milhões com a CVM para encerrar as investigações.

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