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Disputa sobre tarifa do aço pode abalar rodada de Doha, diz OMC

Uma crescente disputa comercial iniciada pelas sobretaxas impostas pelos EUA ao aço poderá afetar a rodada de negociações comerciais de Doha, afirmou o chairman do conselho geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Sérgio Marchi. Ele disse que o impacto das tarifas do aço decididas pelos EUA, junto com o aumento das tarifas sobre as importações de madeira canadense e a "farm bill", altamente protecionista, poderão minar os esforços de concluir a rodada de Doha no prazo previsto de três anos. "Não há uma delegação em Genebra que não esteja olhando essas questões com preocupação e maior atenção, que poderão interferir no processo e nas negociações do comércio global", disse Marchi. As tarifas de até 30% impostas pelos EUA sobre as importações de aço desde 5 de março provocaram protestos e ameaças de tarifas retaliatórias por parte da China, Japão, Coréia do Sul e União Européia. A reunião de Doha, que aprovou a entrada da China na OMC, teve como objetivo iniciar uma nova rodada de negociações mundiais sobre o comércio em muitos assuntos que não foram solucionados na Rodada Uruguai. Marchi disse que os membros da OMC estão atualmente na transição entre a elaboração do processo para a nova rodada e o início oficial das negociações. Segundo ele, a entrada da China na OMC em dezembro foi uma vitória para as forças do livre comércio global. Marchi acredita que o novo membro exercerá o papel de ponte entre os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento.Marchi também buscou afastar os temores de que a imposição pela China de novas normas restritivas de importação de produtos agrícolas geneticamente modificados constituem um esforço intencional de frustar os seus compromissos com a OMC. As informações são da agência Dow Jones.

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