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Dívida dos EUA também entra na mira da Moody´s

A Moody´s Investors Service informou que poderá colocar alguns títulos da dívida dos EUA em revisão para possível rebaixamento, caso o Congresso dos EUA não aprove, em tempo hábil, a elevação do limite legal de endividamento do governo do país. A Moody´s havia feito o mesmo em 1996, quando um impasse semelhante no Congresso dos EUA trouxe a ameaça de o tesouro mostrar-se incapaz de honrar seus compromissos. "Em 28 de junho, o Tesouro está obrigado a desembolsar recursos para quatro fundos do governo, entre eles o da Seguridade Social. Além disso, os cheques mensais dos pensionistas da Seguridade Social deverão ser enviados na próxima semana. Contudo, nenhuma dessas dívidas é considerada uma obrigação que provocaria um default (calote) sobre débitos cobertos por ratings da Moody´s. Os pagamentos de juro sobre bônus poderiam ser subseqüentemente afetados, com várias emissões tendo pagamentos de juro previstos para 15 de julho. De uma maneira geral, a Moody´s acredita que o Tesouro será capaz de honrar seus compromissos durante a maior parte de julho, mas o quadro se torna menos claro depois disso", diz a nota da Moody´s. A agência acrescenta que "não acredita que as dificuldades periódicas relacionadas ao limite de endividamento afetem os fundamentos gerais de crédito do governo dos EUA, que são apoiados por uma taxa moderada de dívida sobre o PIB e pelas perspectivas de melhoria da situação fiscal no médio prazo, apesar da recente entrada em um período de déficits. Portanto, a agência não mudaria o rating geral do governo dos EUA?. ?Além disso?, prossegue a nota, ?qualquer rebaixamento resultante de uma possível revisão dos ratings provavelmente seria de apenas um degrau, porque a Moody´s acredita que a esperada perda para os investidores seria próxima de zero. O governo compensaria os investidores por qualquer perda decorrente dos pagamentos adiados, uma vez que o limite de endividamento fosse elevado".

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