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Dívida em títulos do governo federal chega a R$ 759,84 bi

A dívida mobiliária federal - volume de títulos que o governo emitiu e vendeu ao mercado - fechou o mês de março em R$ 759,84 bilhões, o que representou um aumento de 2,25% em relação a fevereiro. De acordo com a nota conjunta divulgada hoje pelo Tesouro Nacional e o Banco Central, esse crescimento da dívida é justificado pela apropriação de juros que ocorre todo o mês e pela emissão líquida de títulos, no valor de R$ 6,1 bilhões, feitas em março.A parcela da dívida exposta à variação cambial sofreu uma nova redução, passando de 19,02% do estoque de fevereiro para 17,71% do total da dívida, no mês passado. O Tesouro conseguiu elevar a participação dos títulos prefixados para 15,41% do total da dívida, ante 13,59%, em fevereiro. O patamar alcançado em março é o maior desde novembro de 2000.No caso dos títulos pós-fixados, o Tesouro conseguiu fazer uma pequena redução de sua participação no total da dívida, passando de 51,83% para 51,51%, no período. Os títulos com correção atrelada a índices de preços mantiveram a sua participação praticamente inalterada, passando de 13,76% para 13,61%."A exposição cambial diminuiu em R$ 6,8 bilhões em decorrência, principalmente, do resgate líquido de R$ 7,9 bilhões em títulos em swaps cambiais (troca de ativos) e pelo efeito da apreciação do real, parcialmente compensados pela redução do cupom cambial (taxa de juros) e pela apropriação de juros", explicam os técnicos do governo na nota.Prazo dos papéisCom o aumento da colocação de títulos prefixados houve uma elevação no volume de títulos que vencem no curto prazo. Do total da dívida, 39,42% têm vencimento em até 12 meses. Em fevereiro esse patamar era de 38,19%. O prazo médio da dívida também ficou praticamente inalterado, passando de 30,71 meses para 29,95 meses.

Agencia Estado,

20 de abril de 2004 | 11h40

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