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Dívida pública federal avança 0,64% em março

Montante atingiu R$ 2,080 trilhões; dívida pública mobiliária federal interna subiu 0,77% e externa ficou 2,11% menor

Renata Veríssimo e Lais Alegretti, da Agência Estado,

28 de abril de 2014 | 15h02

BRASÍLIA - A dívida pública federal (DPF) apresentou alta de 0,64% em março em relação a fevereiro. No total, o montante atingiu R$ 2,080 trilhões, de acordo com divulgação do Tesouro Nacional desta segunda-feira, 28.

O estoque da DPF em fevereiro era de R$ 2,067 trilhões. A correção de juros no estoque da DPF foi de R$ 16,633 bilhões. A DPF inclui a dívida interna e externa.

Enquanto a dívida pública mobiliária federal interna (DPMFi) subiu 0,77% e fechou o mês em R$ 1,990 trilhão, a externa (DPFe) ficou 2,11% menor, somando R$ 90,51 bilhões em março.

Prazo médio. O prazo médio da DPF em março ficou em 4,40 anos. O resultado mostra uma alta em relação a fevereiro, quando o prazo médio estava em 4,36 anos. O Tesouro Nacional espera fechar 2014 com um prazo médio da DPF entre 4,3 anos e 4,5 anos.

A parcela da DPF a vencer em 12 meses atingiu 25,52% do total do estoque em março, ante 24,74% em fevereiro.

Custo médio. O custo médio da DPF nos últimos 12 meses até março caiu para 11,46% ao ano, ante 11,57% ao ano em fevereiro. O custo médio da DPMFi em 12 meses aumentou de 0,87% para 11,03% ao ano no mesmo período. Segundo o Tesouro Nacional, essa alta se deve principalmente à variação positiva, em março, dos indexadores atrelados aos títulos.

Explicações.

O resultado é explicado, segundo o Coordenador-Geral de Operações da Dívida Pública, Fernando Garrido, por dois fatores: a emissão de LFT superior a outros meses, de R$ 18 bilhões, e a emissão expressiva de títulos prefixados, no valor de R$ 36 bilhões.

Segundo Garrido, a emissão de LFT no mês passado foi superior à média dos últimos meses e, em abril, o Tesouro não deve fazer uma emissão tão grande.

"Boa parte da demanda pelos papéis é a percepção dos investidores de que é momento atraente para comprar título", afirmou, citando a perspectiva sobre o fim do ciclo de elevação da taxa de juros.

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