Dívida Pública Federal diminui 0,26% em maio ante abril

A Dívida Pública Federal (DPF) apresentou uma queda de 0,26% em maio e atingiu R$ 1,935 trilhão. Segundo dados divulgados na tarde desta segunda-feira, 24, pelo Tesouro Nacional, o estoque da DPF caiu R$ 5,11 bilhões de abril para maio. A correção de juros no estoque da DPF foi de R$ 22,12 bilhões. A DPF inclui a dívida interna e externa.

EDUARDO RODRIGUES E EDUARDO CUCOLO, Agencia Estado

24 de junho de 2013 | 17h00

Enquanto a Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) caiu 0,60% e fechou o mês em R$ 1,840 trilhão, a Dívida Pública Federal externa (DPFe) ficou 6,85% maior, chegando a R$ 94,59 bilhões.

A participação de investidores estrangeiros DPMFi caiu de 14,55% do estoque em abril para 14,38% em maio, totalizando R$ 264,69 bilhões. O grupo Previdência apresentou alta na participação, de 17,30% para 17,52% no período. As instituições financeiras também elevaram a participação no estoque da DPMFi, de 27,70% em abril para 28,45% em maio.

Participações

Segundo o Tesouro, a parcela de títulos atrelados à taxa Selic (taxa flutuante) subiu de 20,99% para 21,45% do total da Dívida Pública Federal em maio. A participação de títulos prefixados subiu de 37,85% em abril para 39,16% em maio. Os títulos atrelados à inflação fecharam maio em 34,62%, ante 36,75% do total da DPF em abril. O total de papéis corrigidos pela taxa de câmbio aumentou de 4,41% para 4,77% do total da DPF.

A participação dos títulos prefixados e dos remunerados pela taxa Selic no estoque da DPF está fora dos parâmetros fixados pelo Plano Anual de Financiamento (PAF). Em relação aos prefixados, está abaixo da banda, que vai de 41% a 45%. O porcentual dos títulos indexados à Selic está acima da faixa que varia de 14% a 19%, segundo o PAF.

No caso da dívida interna, a fatia de papéis prefixados passou de 38,93% em abril para 40,42% no mês passado. Em relação aos títulos indexados a índices de preços, houve um recuo no período de 38,51% para 36,40% da DPMFi. No caso dos papéis corrigidos pela taxa básica de juros, houve alta na participação, passando de 22,00% para 22,56%. Os títulos corrigidos pela variação cambial passaram de 0,57% para 0,62%.

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