Dívida Pública Federal sobe para R$ 1,836 tri em fevereiro

Já os títulos corrigidos pela Selic na Dívida Pública Federal (DPF) caíram 31,62% em janeiro, para 27,84% em fevereiro

Fernando Nakagawa, da Agência Estado,

22 de março de 2012 | 15h29

A Dívida Pública Federal (DPF) cresceu 1,94% me fevereiro em relação a janeiro para R$ 1,836 trilhão. A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) registrou avanço de 2,08% na mesma base de comparação, para R$ 1,760 trilhão. No mesmo período, a Dívida Pública Federal externa (DPFe) teve decréscimo de 1,23%, para R$ 75,85 bilhões, informou há pouco o Tesouro Nacional.

Os juros apropriados na DPF somaram R$ 16,273 bilhões em fevereiro. No mês passado, houve também emissão líquida de R$ 18,649 bilhões, o valor é a diferença entre emissões de R$ 89,078 bilhões e o resgate de R$ 70,429 bilhões.

Tesouro

O Tesouro Nacional informou que os títulos corrigidos pela Selic na Dívida Pública Federal (DPF) caiu 31,62% em janeiro, para 27,84% em fevereiro. A parcela corrigida por índices de preços passou de 29,92%, para 31,36% no mesmo período. Já o porcentual de títulos prefixados subiu de 34,31%, para 36,79%.

Já os títulos corrigidos pela Selic na Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) caiu de 33,03% em janeiro, para 29,04% em fevereiro. Papéis corrigidos por índices de preços subiram de 31,25%, para 32,71%. Os prefixados tiveram sua participação elevada de 35,17%, para 37,72%.

Reservas

Ao atingir o valor de US$ 362,362 bilhões, ontem, as reservas internacionais do País atingiram novo recorde histórico. A marca antiga era do dia anterior, 20 de março, quando o montante estava em US$ 358,236 bilhões.

O novo recorde foi alcançado após a liquidação das compras de dólar no mercado a termo realizadas pelo BC no início de fevereiro, quando a instituição atuou para absorver parte dos recursos captados por empresas no exterior, como a Petrobras que havia conseguido US$ 7 bilhões com investidores internacionais.

Tudo o que sabemos sobre:
dívida públicagovernoTesouro

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.