Clauber Cleber Caetano/PR
Clauber Cleber Caetano/PR

Dívida pública federal fecha fevereiro em R$ 5,7 trilhões, alta de 2,03% ante janeiro

Participação dos investidores estrangeiros no total da dívida voltou a cair em fevereiro

Eduardo Rodrigues, O Estado de S.Paulo

30 de março de 2022 | 11h23

BRASÍLIA - O estoque da Dívida Pública Federal (DPF) cresceu 2,03% em fevereiro e fechou o mês em R$ 5,730 trilhões. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 30, pelo Tesouro Nacional. Em janeiro, o estoque estava em R$ 5,616 trilhões.

A correção de juros no estoque da DPF foi de R$ 36,15 bilhões no mês passado, enquanto houve emissão líquida de R$ 78,15 bilhões.

A DPF inclui a dívida interna e externa. A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) aumentou 2,30% em fevereiro e fechou o mês em R$ 5,490 trilhões. Já a Dívida Pública Federal externa (DPFe) ficou 3,78% menor no mês, somando R$ 240,01 bilhões ao fim de fevereiro.

Menor participação de estrangeiros

A participação dos investidores estrangeiros no total da dívida pública voltou a cair em fevereiro. A parcela dos investidores não residentes no Brasil no estoque da DPMFi passou de 10,53% em janeiro para 9,98% no mês passado. No fim de 2020, a fatia estava em 9,24%, chegando a 10,56% em dezembro do ano passado. O estoque de papéis nas mãos dos estrangeiros somou R$ 547,70 bilhões em fevereiro, ante R$ 565,37 bilhões em janeiro.

A maior participação no estoque da DPMFi continuou com as instituições financeiras com 29,54% em fevereiro, ante 28,76% em janeiro. A parcela dos fundos de investimentos passou de 24,30% para 24,14% em no mês passado.

Na sequência, o grupo Previdência passou de uma participação de 21,82% para 21,95% de um mês para o outro. Já as seguradoras passaram de 3,91% para 3,87% na mesma comparação.

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