DJ corrige: PIB dos EUA cresce 3,2% no 4º trimestre

A agência Dow Jones corrigiu informação contida na nota distribuída anteriormente pela Agência Estado. No parágrafo onde lê-se "A economia norte-americana foi beneficiada também pelo superávit comercial registrado no quarto trimestre de 2010", o correto é: "A economia norte-americana foi beneficiada também pela queda do déficit comercial do país no quarto trimestre de 2010." Segue novamente a nota, corrigida:

CLARISSA MANGUEIRA, Agencia Estado

28 de janeiro de 2011 | 13h47

O crescimento da economia dos Estados Unidos se acelerou no últimos três meses de 2010, na medida em que os cidadãos norte-americanos gastaram mais. O Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu à taxa anualizada ajustada à inflação de 3,2% no quarto trimestre do ano passado, segundo estimativa preliminar divulgada hoje pelo Departamento do Comércio. Economistas esperavam expansão de 3,5%.

O PIB norte-americano cresceu 2,6% no terceiro trimestre, 1,7% no segundo trimestre e 3,7% no primeiro trimestre de 2010. Os gastos com consumo, que respondem por cerca de 70% da demanda na economia dos EUA, subiram 4,4% no quarto trimestre do ano passado. A taxa foi a mais alta desde o início de 2006 e é duas vezes maior que o aumento médio dos gastos nos três trimestres anteriores de 2010.

A economia norte-americana foi beneficiada também pela queda do déficit comercial do país no quarto trimestre de 2010. As exportações líquidas contribuíram com 3,44 pontos porcentuais para o crescimento do PIB. No terceiro trimestre, a diferença entre exportações e importações do país retirou 1,7 ponto porcentual do PIB.

Outro fator que contribuiu para o aumento do PIB foram os investimentos fixos não residenciais. No entanto, os estoques menores das empresas e a queda do gasto do governo pesaram sobre o resultado. Os gastos com bens duráveis, como carros e móveis, saltaram 21,6%, enquanto as despesas com bens não duráveis, como alimentos e roupas, subiram 5%. Os gastos com serviços, como transporte e cuidados com a saúde, aumentaram 1,7%.

No entanto, os gastos dos consumidores continuam baixos nos EUA em comparação com as taxas observadas após severas recessões anteriores. Nos quatro trimestres que se seguiram à recessão de 1982, os aumentos dos gastos foram de 4% a 8%. As informações são da Dow Jones.

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