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Documentação ameaça meta do programa Minha Casa

O vice-presidente de governo da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, afirmou hoje que o banco estatal tentará contratar as 400 mil unidades previstas nos moldes do programa Minha Casa, Minha Vida para este ano, mas que, para isso, é preciso que a documentação dos projetos esteja completa. "Mas não estamos com a faca no pescoço para fazer 400 mil moradias este ano", disse Hereda. Segundo ele, se uma parte dessas aprovações não for feita este ano, será realizada em 2010. A Caixa espera que o total de 1 milhão de moradias previsto no programa Minha Casa, Minha Vida seja contratado até o fim do ano que vem.

CHIARA QUINTÃO, Agencia Estado

30 de novembro de 2009 | 17h47

Conforme Hereda, boa parte da documentação recebida pela CEF está incompleta. De acordo com o vice-presidente da Caixa, a meta de avaliação e aprovação dos projetos no prazo de 30 dias a 45 dias se refere apenas à analise pelo banco de projetos completos. Em média, o prazo chega a 66 dias quando incluído o tempo gasto pelas empresas para atender às solicitações.

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, avaliou na semana passada que dificilmente a CEF conseguirá cumprir a meta de aprovar, em 2009, a contratação das 400 mil unidades enquadradas no Minha Casa, Minha Vida. "Até o momento, há 495 mil unidades em diversas fases no sistema da Caixa, mas apenas 130 mil foram contratadas. Acho difícil que, até o fim de 2009, haja a contratação total prevista para o ano", disse Simão.

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