Documentos para mover a ação

Optantes do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) que querem entrar com uma ação na Justiça para reaver diferenças referentes aos planos Verão ( janeiro de 1989) e Collor 1 (abril de 1990) deverão ter em mãos um comprovante de que possuíam conta vinculada na época do expurgo - carteira profissional, Autorização de Movimentação de Conta Vinculada (AM) ou um extrato da época.Quem tinha conta na Caixa Econômica Federal (CEF) na época pode recorrer a ela para solicitar os extratos analíticos. Caso contrário, apenas os bancos que detinham a conta do trabalhador podem fornecer esse documento. A CEF possui dados a partir de 1990, quando foi feita a transferência das contas.Para obter o extrato na CEF, basta levar o número do PIS e carteira de trabalho, CGC da empresa, data de admissão e demissão, e nome da mãe - para evitar problemas com homônimos. Em cinco dias úteis, pode-se retirar o documento sem pagar tarifa.ProcedimentoDe acordo com alguns bancos, a Federação Nacional das Associações de Bancos (Febraban) poderá realizar esta semana reunião entre bancos e Conselho Curador do FGTS para definir como será feito o levantamento dessas contas. A Febraban não confirmou o encontro. Por enquanto, cada banco pesquisado - Banco do Brasil, Banespa, Bradesco e Itaú - adota procedimento distinto. Confira os procedimentos na tabela abaixo:O BB exige nome do trabalhador e da empresa e número da conta vinculada no fundo e o da empresa. Exige R$ 2,90 para retirar o documento em 20 dias. O Banespa pede RG, CIC e número do PIS, R$ 3,00 e dá prazo entre 10 e 15 dias para a retirada do documento. O Bradesco leva até dois meses para entregar e cobra taxa de R$3,90, se o optante apresentar o número da carteira de trabalho e o do PIS, o nome da empresa e o período em que trabalhou. O Itaú exige RG, número da carteira de trabalho e do PIS. O trabalhador paga R$ 2,90 e o documento fica pronto em até 20 dias.

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