Doença do frango não impede exportação brasileira

A Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio informou nesta terça-feira que não há confirmação de novos embargos à carne de frango brasileira, em resposta ao foco de Newcastle diagnosticado na semana passada no Rio Grande do Sul. Na última segunda-feira, a União Européia informou que manterá as importações de frango in natura e industrializado - comércio que rendeu US$ 300 milhões no acumulado do ano até junho.Mas o bloco explicou que, para evitar a propagação do vírus, suspendeu temporariamente a importação de aves vivas e de carne de avestruz brasileiras. Nos seis primeiros meses do ano, o Brasil exportou US$ 212,1 mil em galinhas e galos vivos para reprodução para o bloco europeu. As vendas de carne de avestruz foram insignificantes, disseram fontes do ministério.Suspensão Nova Caledônia, uma colônia francesa na Oceania, suspendeu as compras de carnes, mas não há informações sobre o volume vendido pelos exportadores brasileiros para esse destino. A doença de Newcastle não representa risco para o homem. A transmissão é feita por meio de excrementos de aves ou de forma horizontal, ou seja, de ave para ave. O prejuízo é econômico, pois os plantéis precisam ser abatidos para evitar a propagação do vírus. O homem não é suscetível à doença. Ele pode, ao manusear as aves doentes, carregar o vírus, mas não há risco para o ser humano, explicaram técnicos do ministério.

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