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Dólar a R$ 2,16 dá mais competitividade, diz Mantega

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o patamar do dólar a R$ 2,16 dá mais competitividade para exportações, indústria e setor agrário. Ele reafirmou o que já tinha dito na quarta-feira, 16: que a política de câmbio é flutuante. "Estamos com câmbio mais competitivo do que estávamos em 2011", disse.

LAÍS ALEGRETTI, EDUARDO RODRIGUES E RICARDO DELLA COLETTA, Agencia Estado

17 de outubro de 2013 | 11h48

Mantega afirmou que vários países emergentes tiveram perdas de reservas durante a turbulência recente, que segundo ele foi causada pelo Federal Reserve. "No Brasil, não saiu nada de reserva, nenhum centavo das reservas brasileiras. O Brasil é tão sólido que não precisa usar reservas nem nos momentos de turbulência", defendeu. Ele acrescentou que as reservas brasileiras são duas ou três vezes maiores do que a dívida do setor público.

O ministro disse que as medidas de redução de custos para as empresas, que o governo vem tomando pelo menos desde 2011, são importantes para dar competitividade à produção nacional. Ao falar da redução do custo financeiro, Mantega disse que "hoje temos juro quase normal". Em seguida, citou juro real de 2,5% a 3%. O ministro acrescentou que o governo também reduziu tributos e a conta de energia.

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